Porque os professores são tão eleitos primeiros amores de muitas alunas pré-adolescentes? E porque ainda são tão assediados pelas jovens mais espertas?
Porque astros de bandas de rock, magrelos, estranhos e desvairados são tão assediados por homens e mulheres de todas as idades?
Porque as revistas de fofoca que flagram a vida de famosos, vendeM muito mais do que revistas científicas?
Porque nos tornamos fãs fascinados por pessoas que nem ao menos conhecemos como pessoas, mas como sex simbols?
Desde crianças, aos primeiros passos e palavras lidas, somos catequizados, evangelizados, treinados militarmente a admirar e exaltar aqueles que estão expostos em um altar (que nem ao menos têm direito de resposta ao que tanto lhe falamos aos ouvidos).
Os professores, os astros, modelos, as sete maravilhas do mundo, o padre, o pastor, o carinha mais bonito ou a garota mais fashion da Escola estão nesses altares. São traduzidos automaticamente por nosso cérebro condicionado a admirar o que está no altar, como amáveis, apaixonantes, idolatráveis. Além do fato de estarem estes todos em constante exposição diante de nossos olhos, nossa imaginação, nossa esperança e desejo de conquista.
Repare que muitas dessas pessoas estariam totalmente despercebidas se estivessem fora do palco, da telinha ou da telona, fora da sala de aula, do palco. São belezas comuns que se produzem, colocam suas batas jesuíticas em forma de casacos modernos e passam a ser observados com um olhar de cristão dedicado.
Quando pudermos descobrir, em nós, essa percepção, veremos quantos astros interessantes temos à nossa volta, em nossa vida: Um namorado seu tocando violão, sua avó trabalhando em sua incrível macarronada, sua amiga lhe ensinando que não adianta sofrer, que vai passar, que homem é igual biscoito; Você cantando com seus amigos num lual; ou alguém fazendo uma gracinha boba só para te fazer rir não precisam estar em altares para serem admirados, para nos tornarmos loucos por eles.
Não precisam estar expostos para descobrirmos o quanto somos seus fãs, o quanto são admiráveis, passíveis de compra de ingresso e fila de espera com direito a acampamento noturno e gritos cheios de lágrimas dizendo “EU TE AMO!”.
Porque astros de bandas de rock, magrelos, estranhos e desvairados são tão assediados por homens e mulheres de todas as idades?
Porque as revistas de fofoca que flagram a vida de famosos, vendeM muito mais do que revistas científicas?
Porque nos tornamos fãs fascinados por pessoas que nem ao menos conhecemos como pessoas, mas como sex simbols?
Desde crianças, aos primeiros passos e palavras lidas, somos catequizados, evangelizados, treinados militarmente a admirar e exaltar aqueles que estão expostos em um altar (que nem ao menos têm direito de resposta ao que tanto lhe falamos aos ouvidos).
Os professores, os astros, modelos, as sete maravilhas do mundo, o padre, o pastor, o carinha mais bonito ou a garota mais fashion da Escola estão nesses altares. São traduzidos automaticamente por nosso cérebro condicionado a admirar o que está no altar, como amáveis, apaixonantes, idolatráveis. Além do fato de estarem estes todos em constante exposição diante de nossos olhos, nossa imaginação, nossa esperança e desejo de conquista.
Repare que muitas dessas pessoas estariam totalmente despercebidas se estivessem fora do palco, da telinha ou da telona, fora da sala de aula, do palco. São belezas comuns que se produzem, colocam suas batas jesuíticas em forma de casacos modernos e passam a ser observados com um olhar de cristão dedicado.
Quando pudermos descobrir, em nós, essa percepção, veremos quantos astros interessantes temos à nossa volta, em nossa vida: Um namorado seu tocando violão, sua avó trabalhando em sua incrível macarronada, sua amiga lhe ensinando que não adianta sofrer, que vai passar, que homem é igual biscoito; Você cantando com seus amigos num lual; ou alguém fazendo uma gracinha boba só para te fazer rir não precisam estar em altares para serem admirados, para nos tornarmos loucos por eles.
Não precisam estar expostos para descobrirmos o quanto somos seus fãs, o quanto são admiráveis, passíveis de compra de ingresso e fila de espera com direito a acampamento noturno e gritos cheios de lágrimas dizendo “EU TE AMO!”.
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Dedico este texto à minha eterna amiga Thaís Teixeira, a de muitas vidas, a que dividiu comigo a maior parte do meu altar.